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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

DENÚNCIA: PMs RECLAMAM DE PROBLEMAS NA OPERAÇÃO CARNAVAL


Duranteos festejos carnavalescos a APRAM recebeu inúmeras reclamações de policiaissobre diversos problemas ocorridos na operação carnaval sendo que esta entidade prestará total apoio aos PMs, inclusive, na esfera administrativa ejudicial. A APRAM enviará, ainda esta semana, ofícios endereçados aoscomandantes do 2º e 12º BPM relatando os problemas encontrados e solicitando asdevidas providências de modo a que nenhum policial seja penalizado devido aproblemas ocasionados por falhas nas escalas de serviço, que os comandantes dassub unidades envolvidas sejaminterpelados sobre tais problemas e que fatos dessa natureza sejam evitados nofuturo. Para o Soldado Jadson, presidente da entidade, “são problemas que poderiam ter sido facilmente evitados e por issoiremos manter contato com os comandos na busca de minimizar os efeitos dosproblemas e de evitar que se repitam”. A seguir relacionamos parte dosproblemas que chegaram até a associação durante o carnaval 2012:


COMPANHIA DE AREIABRANCA:

  • Várias ligações foram recebidas peladireção da APRAM informando que as escalas de serviço normal e extra estavamtotalmente sem condições de serem executadas na cidade de Areia Branca. Segundoas denúncias os policiais da Companhia de Areia Branca estavam escalados normalpor 48 horas seguidas sendo que estavam saindo de serviço às 10:00h e assumindoo extra à partir das 15:00h do mesmo dia, ou seja, praticamente não haveriadescanso entre a jornada normal e a escala extra. Caso tenham havido faltas deserviço devido a tal problema a APRAM irá esclarecer tais fatos ao comando do12º Batalhão e, caso necessário, oferecer total apoio jurídico aos policiaisprejudicados.


COMPANHIA DE APODI:

  • Denúncias foram feitas a direção da APRAM informando que adeterminação do comando do 2º Batalhão de que não haveriam escalas extrascompulsórias estava sendo descumprida na cidade de Apodi pois devido a falta departe do reforço vindo de Natal foram feitas escalas extras NÃO VOLUNTÁRIAS deúltima hora e com isso o efetivo estava prejudicado. Caso tenham havido faltas deserviço devido a tal problema a APRAM irá esclarecer tais fatos ao comando do2º Batalhão e, caso necessário, oferecer total apoio jurídico aos policiaisprejudicados.


PELOTÃO DE TIBAU

  • Inexistênciade carro de apoio com água para o efetivo que se deslocava a pé seguindo o trio(TROÇA), bem como para transportá-los até a casa de apoio para fazer refeição.Tal efetivo ficava dependendo das viaturas do policiamento normal e estas quasesempre não podiam realizar o transporte por estarem em ocorrência ou nadelegacia, restando aos PMs, mesmo cansados, fazerem o trajeto a pé;

  • Nosábado (18/02) veio um Fiat Doblô (capacidade para 06 passageiros) paraconduzir cerca de 10 PMs de Mossoró para Tibau. Alguns PMs tiveram de viajar nocolo do outro;

  • Omotorista (civil) era irresponsável conduzindo o veículo com excesso develocidade e fazendo ultrapassagens arriscadas e em local proibido. Quandorepreendido pelos policiais ele afirmava que estava atrasado pois tinha outroscompromissos e estava a serviço do Sargento Alcir;

  • Emalguns dias tais veículos não chegaram para conduzir o efetivo concomitante como término do serviço, onde os policiais passaram até 1 hora além do previsto naescala, ocasionando um desgaste ainda maior ao homem;

  • Desobediênciaà escala – Exemplo: Pela escala um efetivo estava de serviço na TROÇA (Rua doTubarão) e antes do início do evento os policiais serem empregados na orlamarítima.

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